Auriel caminhando pela floresta acompanhada por uma alcateia de lobos-cinzentos
Jornada dos Mitos

De volta à Mulher Original

Jornada dos Mitos

Uma vivência sistêmica de reconexão com a sua natureza instintiva através de quatro mitos do feminino selvagem.

La Loba. Patinho Feio. Mulher Esqueleto. Pele de Foca.

Quatro mitos.

Quatro vivências sistêmicas.

Uma mesma travessia.

Sabe aquele momento em que você acorda e percebe que está vivendo uma vida que não escolheu?

Que pedaços seus ficaram para trás e que você se tornou uma versão de si mesma que já nem reconhece completamente?

Você trabalha, resolve, cuida, sustenta, ama, produz, entrega e continua.

Mas, no fundo, você sabe que uma parte sua está partida em pedaços.

E, por mais que você continue sem elas, uma hora, sozinha no banheiro ou olhando no espelho, as lágrimas começam a escorrer por todos os sonhos que ficaram para trás, pelo cansaço, pela exaustão da vida e por não encontrar um caminho, nenhuma solução de volta para si mesma.

Auriel na floresta com a presença de uma loba cinzenta
A parte que nunca desiste de você.

Nessa hora, você sabe que precisa resgatá-la.

Sua Mulher Selvagem. A parte que nunca desiste de você.

Auriel deitada sobre a terra com uma loba cinzenta ao fundo

Você já perdeu tempo demais deixando pedaços seus para trás.

Talvez tenha chegado a hora de recolhê-los.

Catar seus ossos.

Remontar.

Invocar sua natureza selvagem e viver.

Porque a única certeza da vida é que ela acaba. E, se ela vai acabar, o que tem te impedido de vivê-la por inteira?

Vamos viver, em um campo sistêmico, 4 mitos que resgatam você.

Sua natureza instintiva pode ter sido esquecida, rejeitada, domesticada ou entregue para que você conseguisse sobreviver e pertencer.

Mas hoje ela pede passagem.

E você já sentiu isso. No fundo, você também quer recuperar a sua capacidade de lutar por si mesma.

Essa jornada é para você.

É para você que precisa catar seus pedaços perdidos para recuperar sua natureza única, sua versão inteira, seu amor-próprio, sua autoestima.

É para você que sente que está adoecendo sem as suas partes perdidas.

É para você que foi punida e desconsiderada por ter escolhido diferente do seu sistema familiar e que se sente sozinha nas profundezas de si mesma.

É para você que deseja aceitar partes suas que foram ignoradas para poder caber em uma caixa.

É para você que sente que um ciclo terminou, mas ainda não encontrou coragem, linguagem ou sustentação para ocupar o próximo.

É para você que sente saudade de alguma coisa que ainda não sabe nomear.

É para você que sabe que existe mais vida dentro de si, mas ainda não consegue enxergá-la nem invocá-la.

Não é apenas uma jornada de autoconhecimento. É uma jornada de resgate através dos mitos da psique feminina.

Cada mito será atravessado por meio de uma experiência sistêmica e arquetípica, em que imagens, frases, movimentos e percepções do corpo se encontram dentro do campo.

O que vamos viver nessa travessia?

01

La Loba

Recolha os seus ossos.

La Loba percorre o deserto procurando aquilo que foi espalhado, abandonado, esquecido.

E talvez essa seja a primeira tarefa de uma mulher que deseja retornar a si: descobrir quais partes suas ficaram pelo caminho. E recuperar sua vontade de lutar por si mesma.

02

O Patinho Feio

Você não precisa caber para pertencer.

Pertencimento não é apagamento.

Talvez você tenha passado tempo demais tentando florescer em lugares incapazes de reconhecer a sua natureza.

E, quando uma mulher experimenta rejeição repetidamente, existe o risco de começar a olhar para si através dos olhos de quem a rejeitou.

Neste encontro, olhamos para rejeição, pertencimento e para os lugares onde você pode ter aprendido a medir seu valor pela régua de quem nunca conseguiu enxergar sua natureza.

03

Mulher Esqueleto

Há coisas que precisam terminar para que a vida possa voltar a circular.

Nem toda morte é fim. Algumas são passagem.

Existem relações, identidades, papéis e maneiras de amar às quais permanecemos agarradas porque não sabemos quem seremos depois delas.

E, às vezes, continuar segurando aquilo que já terminou custa mais vida do que permitir que termine.

Mulher Esqueleto nos leva ao território da intimidade, do medo, da entrega e dos ciclos de morte e renascimento.

O que você continua tentando manter vivo porque ainda teme conhecer a mulher que existirá depois?

04

Pele de Foca

Encontre a pele que sabe o caminho de casa.

Há mulheres que conseguem tudo aquilo que deveriam querer e ainda sentem uma saudade sem nome. Daquilo que fazia seus olhos brilharem antes de viver significar apenas cumprir.

Pele de Foca encerra nossa Jornada com o instinto de retorno.

O reconhecimento de que existe uma diferença entre abandonar tudo e parar de abandonar a si mesma para pertencer a tudo.

É o retorno à pele. É dar voz à mulher que sabe que passou tempo demais fora de casa, tempo demais fora de si mesma, e que agora reconhece a hora de voltar.

Uma travessia viva pelo corpo, pela alma e pelo ventre.

Auriel em contato com a terra diante de uma loba cinzenta

Ela continua aí

A Mulher Selvagem não desapareceu.

Talvez ela tenha aprendido a falar mais baixo.

Talvez você tenha enterrado a raiva porque disseram que era demais.

Escondido a sensualidade porque aprendeu que era perigosa.

Ignorado a intuição porque parecia pouco racional.

Sacrificado o descanso porque precisava produzir.

Domesticado desejos para não perturbar a vida que construiu.

Auriel em um ritual de água na mata

Quando uma mulher precisa amputar simbolicamente uma parte de si para continuar pertencendo, alguma coisa fica para trás.

E chega um momento em que ter uma vida funcionando já não basta. Porque alguma coisa dentro dela começa a perguntar:

Onde eu estou em tudo isso agora? E daqui a cinco anos, onde eu estarei?

Porque, quando uma mulher diz não para a sua jornada de resgate, ela diz sim para continuar perdendo.

O que você recebe ao dizer SIM à Jornada dos Mitos

01

Cadernos terapêuticos

Um caderno para cada mito, com exercícios sistêmicos para aplicar e repetir.

02

4 constelações ao vivo

Vivências coletivas pelo Zoom, guiadas por La Loba, Patinho Feio, Mulher Esqueleto e Pele de Foca.

03

Acesso por 1 ano

Gravações disponíveis na plataforma para você revisitar cada campo quantas vezes precisar.

04

Playlist ancestral

Uma trilha sonora criada para embalar sua reconexão com o feminino selvagem.

05

Comunidade de mulheres

Um círculo vivo de mulheres atravessando os mesmos mitos com você, do primeiro osso recolhido até o retorno à pele.

Ritual sistêmico com sementes e elementos da floresta
Bônus especial

Desvendando Ferramentas Sistêmicas para o Feminino

Um workshop para aprender o olhar sistêmico aplicado às histórias e às terapias.

Retrato de Auriel dos Anjos sentada em um jardim

Eu sou Auriel dos Anjos e vou te guiar nessa jornada.

Sou mãe, viúva, ex-bailarina e coreógrafa, criadora da primeira Escola de Terapia Feminina do Brasil e idealizadora da metodologia Mesa do Resgate do Útero e do curso Cristais para Patologias Femininas.

Sou também criadora do curso de Ginecologia Natural Sistêmica e do método de constelação Leitura Uterina, além de atuar como mentora de terapeutas em Yoni Egg, com formações reconhecidas em mais de cinco países e mais de 5.000 alunas formadas.

Tenho especializações em Psicoterapia Feminina, Hipnose, Cristaloterapia, Ginecologia Natural, Terapia com Yoni Eggs, Reiki, Constelações Familiares, Astrologia e condução de Círculos de Mulheres. Sou também Womb Keeper, Guardiã do Útero.

Como doula e escritora, publiquei o livro Ana Entre Nós, que aborda sexualidade e despertar feminino. Fui vencedora do Concurso Nacional de Literatura Infanto-Juvenil e também sou empreendedora e empresária.

Através do movimento digital, desperto mulheres para o poder do próprio corpo, da sexualidade e do útero, e formo terapeutas que espalham cura por meio de ferramentas sistêmicas e da reconexão com a ciclicidade feminina.

Eu também já catei os meus ossos muitas e muitas vezes. Atravessei o lado mais sombrio da vida. Deixei de ser bailarina quando machuquei gravemente a coluna. Fiquei 120 horas em trabalho de parto. Perdi o meu grande amor, meu sócio, pai do meu filho.

Recolher os meus pedaços, me colar e me remontar foi tudo o que a vida me ensinou. É desse chão vivido que eu te guio com maestria nesta travessia, porque eu já fui a mulher que remontou os próprios pedaços.

Vozes da travessia

Escute um pouco de quem já fez essa travessia.

Cada encontro atravessa de um jeito. E todas voltam com um pedaço a mais de si.

Mulher cavando a terra da floresta para recolher ossos, com lobos ao fundo

O caminho começa com uma escolha.

Você já perdeu tempo demais deixando partes suas pelo caminho.

Quatro vivências sistêmicas coletivas, ao vivo pelo Zoom.